quarta-feira, 12 de maio de 2010

As minhas leituras...


Título da obra: O Feiticeiro de Oz
Autor: L.Frank Baum
Resumo:
Dorothy, que vive no Kansas, é arrebatada por um ciclone que a transporta para um país mágico e encantado.
Lá, ela conhece o Espantalho, o Lenhador de Lata e o Leão Cobarde, cada um deles possuindo um desejo. O desejo do Espantalho é ter miolos, o do Lenhador de Lata é ter um coração e o do Leão Cobarde é ter coragem.
Por esse motivo, todos eles, incluindo Dorothy, queriam voltar para o Kansas. Dirigem – se, então, para a Cidade das Esmeraldas, onde vive o poderoso feiticeiro de Oz.
Quando lá chegaram, viram o Oz de diferentes formas e muito estranhas. Mais tarde descobriram que o Oz não passava de um vulgar homem, deixado ali por um balão.
Como o Oz não podia concretizar os seus desejos, eles ficaram muito tristes, mas ele teve uma ideia, pôs agulhas e alfinetes na cabeça do Espantalho, a fazer de miolos, colocou um coração de seda no Lenhador e deu um líquido para beber ao Leão.
Como não consegui mandar Dorothy para o Kansas, esta dirigiu-se para uma boa feiticeira que a aconselhou a voltar a casa através dos sapatos de prata da bruxa, pois esses possuíam muitos poderes. Ela ficou muito contente e finalmente voltou para casa.

A minha opinião:
Gostei de ler este livro porque é uma história fascinante, que faz reviver todos os temores e fantasias do mundo de sonhos das crianças.


Trabalho elaborado por:
Júlia Benkalovich 6ºC nº28

As minhas leituras

Título da obra: “A história de um botão”
Autor: Maria João Carvalho

Resumo:
Era uma vez um botão que vivia no meio de muitos botões e todos estavam à espera de serem utilizados.
Mas aquele botão era diferente, era especial, tinha vontade de conhecer o mundo.
Certo dia, viu-se uma luz a entrar pala caixa e em seguida viu-se um anão.
Todos se esticavam para serem levados e o botão também se esticou. O botão foi escolhido e ficou muito contente.
Ele foi colocado num casaco onde ficava muito bem.
O botão sentia-se livre. Um dia descoseu e caiu no chão triste, sem saber o que fazer.
Sofreu muito, pois era levado aos pontapés. Muitas vezes era pisado. Certa altura uma menina muito bonita, loira, de vestido azul com um grande bolso no peito, pegou no botão e guardo-o no seu grande bolso.
Finalmente o botão estava feliz porque tinha a certeza que não lhe ia acontecer nada de mal.
Passado algum tempo o botão chegou a um sítio esquisito mas lindo, cheio de cabanas, carrinhas, pessoas engraçadas e uma cabana muito gira. O botão esteva numa cabana de espectáculos de marionetas e reparou que tinha lá uma marioneta igual a menina.
A menina colocou o botão na sua marioneta e ele fez muitos espectáculos pelo mundo fora.

Na minha opinião: Gostei do livro porque é um livro que fala de um botão que nos mostra que devemos dar valor a tudo.

Diogo 6ºc nº9
Juliana 6ºc nº18

quarta-feira, 21 de abril de 2010

AS MINHAS LEITURAS...

Título da obra : O burro Eleutério e o lobo selvagem
Autor :Pedro Bessa
Enumero as personagens da historia: As personagens da historia são: o burro eleutério, a amiga laurinda, e os animais da quinta.
Gostei de ler este livro porque fala de um velho burro que depois de tantos trabalhos pesados , sonhou ser livre para viver nas montanhas e correr o mundo. Mas um dia a loucura dos homens procurou juntar o burro e o com o lobo, para ser alimento desde, mas o lobo acaba por não o comer .

Resumo:
“O Burro eleutério e o Lobo selvagem”

Eleutério era um velho burro, farto das canseiras dos trabalhos desde que tinham nascido.
Vivia numa aldeia junto à montanha e, sempre que olhava para lá suspirava, pois o seu sonho era descobrir novos mundos.
O burro Eleutério vivia na quinta com outros animais, onde todos eram amigos, apesar de haver alguns que discutiam, mas não deixavam de gostar uns dos outros, como era o caso do burro Eleutério e a galinha Laurinda.
No dia que ela virou cabidela, o burro chorou um mês inteiro e pensou que nunca mais iria conhecer as montanhas.
Do alto da montanha, todos os dias, vinham uivos do lobo, que punham todos os animais em alvoroço, assim como os humanos, excepto o burro Eleutério que cada vez mais velho e cansado, já nada o aborrecia.
Certo dia os homens foram à caça e capturaram um lobo e chegaram à aldeia carregando-o numa jaula.
Todos os homens se reuniram e decidiram que iram construir um zoo, pois já havia um lobo e depois viriam outros.
O cão Anacleto correu a dar a notícia aos animais da quinta, que os deixou muito espantados, mas como o burro nada espantava, que estava a ficar cada vez mais velho e surdo.
De manhã, quando avistaram o lobo na jaula, todos ficaram admirados com o triste lobo, que já estava assustado.
Os dias foram passando até que voltou a agitação aos animais da quinta, com a notícia triste que o cão de guarda do Anacleto lhes tinha dado, dizendo que o burro Eleutério ia ser entregue ao lobo. Todos os animais ficaram tristes e preocupados com o seu velho amigo, que ao ouvir ficou abalado, mas tinha chegado a sua hora.
De noite, Eleutério entrou na jaula e fitou o lobo esperando que este o atacasse. Desafiou-o, mas ele permanecia sempre na mesma, até que as lágrimas vieram aos olhos do burro, pois lembrou-se da sua amiga Laurinda que já tinha falecido.
O lobo ficou com pena do burro e quis saber o que ele estava a pensar.
Com toda esta conversa, o lobo perdeu a fome e então deitaram-se os dois e adormeceram juntinhos, o que deixou todos os animais da quinta espantados, até os homens e o resto dos habitantes da aldeia.
O burro ficou a saber tudo e assim os seus sonhos passaram à realidade. Os dois foram notícia de jornal em todo o mundo. Ao fim de algumas semanas, graças aos esforços de muitos humanos, o velho burro Eleutério foi solto e foi para junto dos seus amigos, que passaram os dias a contar como eram os rios, as flores de lá das montanhas.
O lobo foi para a montanha levando consigo as lições do seu amigo. A partir desse dia, os uivos do lobo começaram-se a ouvir com prazer pelos animais da quinta.

Trabalho eleborado por:
Tiago Pinto
Marco Sousa

quarta-feira, 24 de março de 2010

Páscoa


Este ano a Páscoa comemora-se no dia 4 de Abril. Nesta festa comemora-se a Ressurreição de Cristo (vitória sobre a morte), que é uma festividade de cariz religioso.
É tradição, sobretudo nas aldeias, limpar muito bem as casas e arranjá-las da melhor maneira possível, pois irá passar o Compasso (a visita Pascal), que é uma ida do padre a cada casa para abençoar e benzer aquele lar e os que ali vivem.
Tudo isto está ligado à Ressurreição de Cristo e à celebração da Vida.
Para além de todas as celebrações e significados da Páscoa, em Portugal é também uma festa especial dos padrinhos e madrinhas, que no domingo de Ramos recebem dos afilhados os ramos de flores para retribuírem no domingo pascal com prendas a que chamamos também de folar.
Tradicionalmente, para além das amêndoas (porque parecem ovos pequeninos) e dos ovos (símbolo da vida), existe o pão-de-ló e os folares.
Estes doces também estão em cada casa para receber o Compasso.É um sinal de hospitalidade para o padre e os seus acompanhantes (que, para não ficarem embuchados, têm também à disposição um copinho de licor ou um cálice de vinho do Porto).
Os folares, como sabem, têm um ou mais ovos dentro - e lá voltamos aos símbolos da Páscoa.
Antes da Páscoa, na Quaresma, o tempo é de jejum: evita-se comer carne e a ementa das sextas-feiras deve ser peixe (bem, na verdade, não deve é ser carne) por respeito, pois foi na sexta-feira que Jesus foi crucificado e morreu.
Mas como no domingo de Páscoa celebra-se a festa da Ressurreição e volta-se a comer carne: cabrito ou borrego, como se fazia nos tempos antigos. E os doces, claro, que incluem todos os tradicionais e os folares, como já dissemos.
Em muitas localidades do país celebra-se a Semana Santa (a semana em que Jesus foi preso, julgado e condenado) com procissões de velas, à noite, ou representações teatrais desses acontecimentos.

Trabalho elaborado por:
Bruna Meireles nº3 6ºc
E
Diana Filipa nº8 6ºc

S.Martinho Pequenino


Vai realizar-se na nossa escola, no dia 26 de Março, a feira de S.Martinho Pequenino. A actividade tem início por volta das 10 horas e terminará no final da manhã.
Esta feira, também característica de Penafiel embora menos grandiosa que a de Novembro, está aberta a toda a comunidade envolvente. Conta com a participação de toda a escola: alunos, professores, funcionários, associação de pais, entre outros.
Cada turma ficará com um espaço definido e organizado, onde colocará a sua barraca que foi elaborada pelos alunos de cada turma e de cada ano de escolaridade. As barracas, coloridas e enfeitadas, terão à venda todo o tipo de produtos: hortícolas, alimentícios, artesanato, roupa, livros, etc. Não faltarão os tradicionais comes e bebes.
Na feira haverá algumas atracções para animar a festa: jogos, música, venda de rifas, …
Vai ser uma feira inesquecível!
Trabalho elaborado por:
Tiago Pinto
Marco Sousa

quarta-feira, 17 de março de 2010

Animais em via de extinção


Nome: Lince Ibérico.
Habitat:Matagal Mediterrânico.
Comprimento: 80-100 cm
Peso: 8-14 kg.
Dentição: 28 dentes.
Alimentação: come essencialmente coelhos europeus, veados e outras aves.
Acasalamento: Janeiro e Março.
Nº de crias: 1 a 4, vulgarmente duas.
Características mais evidentes: cauda curta, “pincéis” nas orelhas, longas patilhas.
Trabalho elaborado por:
Diana - 6ºC
Rita - 6ºC

As minhas leituras...


Título da obra: Maldita matemática
Autor: Álvaro Magalhães

Resumo:
Era uma vez um menino chamado João que detestava matemática.
Era domingo de manhã e ele acordou muito contente, porque era dia de ir brincar com os colegas. Depois de tomar o pequeno-almoço, o João lembrou-se que ia ter teste de matemática no dia seguinte. O menino ficou logo descontente, ia perder o melhor dia da semana para estudar matemática.
O João estava muito atarefado, quando o seu pai lhe disse que se tirasse boa nota no teste dava-lhe uma bicicleta ralling.
A criança agarrou-se a estudar e ao mesmo tempo sonhava com a sua nova bicicleta.
À noite, o rapazinho sonhou que foi ao país dos números onde conheceu o número 7. Por mais estranho que pareça, no país dos números, todos os números iam à escola e faziam uma vida humana.
Já era de manhã o João estava nervosíssimo. Quando chegou ao teste, este só continha um único problema. O rapaz fechou os olhos até que conseguiu ver o seu amigo 7, juntos inventaram uma história para resolver o problema. O problema estava resolvido, faltava passá-lo para a folha. Nesse mesmo instante tocou para fora e o professor recolheu a folha em branco.
O João saiu da escola muito triste a pensar no que iria dizer aos pais. No caminho, encontrou a bicicleta ralling. Sem pensar duas vezes, colocou-se em cima dela e pedalou, pedalou e não se sabe para onde ele foi.

A minha opinião: Gostei de ler este livro porque com um simples problema, o João conseguiu fazer uma história.

Mafalda Pinto, 6ºC , Nº 19
Gonçalo, 6ºC, Nº14