terça-feira, 21 de abril de 2009

A Revolução dos Cravos

A Revolução dos Cravos é o nome dado ao golpe de estado militar que derrubou, num só dia, sem grande resistência das forças leais ao governo - que cederam perante a revolta das forças armadas - o regime político que vigorava em Portugal desde 1926. O levantamento, também conhecido pelos portugueses como 25 de Abril, foi conduzido em 1974 pelos oficiais intermédios da hierarquia militar, na sua maior parte capitães que tinham participado na Guerra Colonial. Considera-se, em termos gerais, que esta revolução trouxe a liberdade ao povo português (denominando-se "Dia da Liberdade" o feriado instituído em Portugal para comemorar a revolução).

Antecedente
Na sequência do golpe militar de 28 de Maio de 1926, foi implementado em Portugal um regime autoritário de inspiração fascista. Com a Constituição de 1933 o regime é remodelado, auto-denominando-se Estado Novo e Oliveira Salazar passou a controlar o país, não mais abandonando o poder até 1968, quando este lhe foi retirado por incapacidade, na sequência de uma queda em que sofreu lesões cerebrais. Foi substituído por Marcelo Caetano que dirigiu o país até ser deposto no 25 de Abril de 1974.
Sob o governo do Estado Novo, Portugal foi sempre considerado uma ditadura, quer pela oposição, quer pelos observadores estrangeiros quer mesmo pelos próprios dirigentes do regime. Formalmente, existiam eleições, mas estas foram sempre contestadas pela oposição, que sempre acusaram o governo de fraude eleitoral e de desrespeito pelo dever de imparcialidade.
O Estado Novo possuía uma polícia política, a PIDE Polícia Internacional de Defesa do Estado que andava à procura de algumas pessoas que diziam mal do governo.
Uma evolução da antiga PVDE (Polícia de Vigilância e Defesa do Estado), mais tarde DGS (Direcção-Geral de Segurança), que perseguiria os opositores do regime.
De acordo com a visão da história dos ideólogos do regime, o país manteve uma política que considerava a manutenção das colónias numa altura em que alguns países europeus iniciavam os seus processos de alienação progressiva das suas colónias. Apesar da contestação nos fóruns mundiais, como na ONU, Portugal manteve uma política de força, tendo sido obrigado, a partir do início dos anos 60, a defender militarmente as colónias contra os grupos independentistas em Angola, Guiné e Moçambique.

Trabalho realizado por Filipa e José
Número 12 e 16 Data:14 de Abril

terça-feira, 14 de abril de 2009

Dia Mundial da Árvore

O dia Mundial da Árvore, também tratado por dia Mundial da Floresta, comemora-se no dia 21 de Março.
Esta comemoração é importante para as pessoas perceberem que as árvores são essenciais para a nossa vida, pois produzem oxigénio, dão papel, madeira e os passarinhos podem construir os seus ninhos na sua frondosa copa.
Este dia teve lugar pela primeira vez no Estado Norte-Americano no ano 1872. John Stirling conseguiu com que todos os países começassem a comemorar este dia muito importante.
Portugal também começou a comemorar esse dia e a primeira vez foi no dia 9 de Março de 1913. Hoje em dia comemora-se no dia em que começa a Primavera, dia 21 de Março.
Nas escolas, costuma-se plantar árvores neste dia e sensibilizar os jovens para a necessidade de preservação da floresta, que é um bem comum de toda a humanidade.

Para preservares a floresta não podes:
- atirar cigarros para o chão;
- poluir a floresta;
- evitar fazer fogueiras, mas se quiseres fazer, rodeia-a com pedras para ela não passar para a outra parte;
- cortar árvores.

Para preservar a floresta devemos:
- limpar a floresta;
- plantar árvores;
- cuidar dos ninhos de passarinhos.



Trabalho elaborado por: Mafalda e Fábio

quinta-feira, 26 de março de 2009

Rainhas Famosas




D. Filipa de Lencastre




D. Filipa de Lencastre foi uma rainha generosa e amada pelo povo. Os seus filhos que chegaram à idade adulta seriam lembrados como a ínclita geração, de príncipes cultos e respeitados em toda a Europa.
Filipa morreu de peste negra nos arredores de Lisboa, poucos dias antes da partida para a expedição a Ceuta; segundo uns, terá sido no convento de Odivelas; segundo outros, no convento de Sacavém. Está sepultada na Capela do Fundador do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, na Batalha, ao lado do seu esposo.
D. Filipa de Lencastre nasceu em Inglaterra no ano de 1360, era filha dos duques de Lencastre, neta de Eduardo III de Inglaterra e irmã de Henrique IV. Viveu a infância numa propriedade rural da família, tendo sido educada com os irmãos mais novos. Seria, aliás, a filha dilecta do pai. A 2 de Fevereiro de 1387, casou-se com D. João I, durante uma cerimónia que se realizou no Porto. Entre 1387 e 1402, teve oito filhos - a ínclita geração. Ignora-se, contudo, qual a amplitude do papel e da influência que terá tido na educação dos filhos. Promoveu o estreitamento das relações Portugal-Inglaterra e, na corte, manteve uma série de súbditos ingleses ao seu serviço.
A Escola Secundária D. Filipa de Lencastre, em Lisboa, foi baptizada em sua honra.
Trabalho realizado por:
Susana nº 24
Vitor Hugo nº27

quinta-feira, 19 de março de 2009

As Mulheres da História

D.Filipa de Vilhena
Filipa de Vilhena morreu em Lisboa, a 1 de Abril de 1651. Era filha e herdeira de D. Jerónimo Coutinho. Filipa casou com o 5º Conde de Ataíde que morreu antes 1640.
Já viúva, teve conhecimento de todos os preparativos da revolução da restauração da independência, e aconselhou os seus filhos a aderir.
Na madrugada de 1 de Dezembro de 1640, por ser viúva, armou ela própria os seus filhos cavaleiros, e mandou-os combater pela pátria, dizendo-lhes que não voltassem senão honrados com os louros da vitória. O seu primogénito, veio a ser nomeado, mais tarde, Vice-rei do Brasil.
D. Filipa foi chamada ao paço pela rainha D. Luísa de Gusmão, recebeu o cargo de camareira-mor e de aia do príncipe D. Afonso, futuro D Afonso VI.


Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre
Trabalho elaborado por Diogo Romano nº9

Rainhas de Portugal



D. Mafalda, Primeira de Portugal


D. Mafalda filha de Amadeu III e de sua esposa D. Mafalda de Albon era também conhecida por Matilde, e foi a primeira rainha de Portugal.
Nasceu em 1125 e faleceu a 4 de Novembro de 1157.
D. Mafalda casou em 1145 com D. Afonso Henriques e teve 7 filhos. Foi sepultada no Mosteiro de Santa Cruz em Coimbra junto do marido.
As rainhas de Portugal desde cedo contaram com os rendimentos de bens adquiridos, na sua grade maioria por doação.
No testamento, D. Mafalda reservou determinados direitos de portagem á manutenção de uma albergaria, que fundara em Canaveses.
O facto induz que a terra em questão lhe pertencia, embora continuem a subsistir dúvidas sobre se as referencias a D. Mafalda se reportam á rainha com sorte de D. Afonso Henriques ou á sua neta, filha de D. Sancho primeiro de Portugal.
Trabalho realizado por: Diana e Juliana

D.Urraca

D.Urraca de Castela nasceu no ano de 1187 e faleceu no dia 3 de Novembro de 1220 .
Era filha de Leonor Plantageneta e de Afonso VIII de Castela.
Ela viveu sempre na Casa Real de Borgonha-Castela. Foi Infanta de Castela até à sua morte.
Também foi rainha de Portugal por ter casado com o rei D.Afonso II de Portugal.
Com o seu marido rei de Portugal teve cinco filhos: D.Sancho II, D. Afonso III, Leonor infanta de Portugal, Fernando de Portugal e Vicente de Portugal.
Pertenceram a D. Urraca os senhorios de Torres Vedras, Óbidos e Lafões.

Trabalho realizado por :
Ana Lia nº 1
Mafalda nº18

quinta-feira, 12 de março de 2009

MULHERES FAMOSAS


A PADEIRA DE ALJUBARROTA


Brites de Almeida nasceu em meados do século XIV em Santa Maria de Faro e os seus pais eram gente muito humilde.
Conta-se que quando era pequena já era alta, muito forte e musculada. E como era meio «Maria rapaz», gostava de resolver tudo com a ajuda dos punhos.
Parece que quando tinha 20 anos os pais morreram e ela usou o pouco dinheiro que eles lhe deixaram para aprender a usar uma espada (só os homens nobres é que o faziam!).
Então, para ganhar dinheiro, começou a usar os seus conhecimentos em feiras, onde fazia combates contra homens.Esta história chamou a atenção de um soldado que a desafiou: se o soldado ganhasse, Brites casava com ele. Se perdesse, ela matava-o.O que acabou por acontecer mas naquele tempo, também era crime matar um soldado. Por isso roubou um bote com o objectivo de fugir para Espanha.
No caminho um grupo de piratas raptou-a, e levou-a para Argel (na Argélia), onde a vendeu a um árabe rico.
No entanto, Brites não era pessoa para ficar presa. Passado um ano convence outros dois escravos portugueses a fugir para Portugal.Disfarçou-se de homem e seguiu para Torres Vedras, onde comprou dois machos e se transformou em almocreve.
Mesmo assim, os sarilhos não a largaram e, depois de se envolver em várias lutas e provocar algumas mortes na zona de Lisboa, Brites apanhou um barco para Valada, de onde, já vestida de mulher, acabou por ir parar a Aljubarrota.
Para sobreviver, já cansada e sem maneira de ganhar dinheiro, começou a pedir esmola à porta de um forno, o que chamou a atenção da padeira, já idosa, que reparou que Brites era uma mulher forte e que a podia ajudar. Assim, começou a carreira de Brites como padeira.
Um dia, já depois da velha padeira ter morrido e já sendo Brites a dona do negócio, deu-se uma grande batalha em Aljubarrota.
Como a maioria do povo português, ela também estava do lado de D. João, Mestre de Avis, e não queria os espanhóis a governar Portugal.
Depois de vencer os espanhóis nessa batalha, Brites chefiou um grupo de populares que perseguiram os espanhóis em fuga.
Nessa noite de 14 de Agosto de 1385, ao regressar, a padeira chegou a casa e encontrou sete espanhóis escondidos no forno onde costumava cozer o pão.
Sem hesitar, pegou na pá de levar o pão ao forno e bateu-lhes até os matar, um a um, à medida que saiam do forno.Existem várias versões desta lenda, aumentam o número de castelhanos e também o número de crueldades que a padeira lhes fez...a Padeira de Aljubarrota faz parte da História de Portugal, nunca mais sendo esquecida.
Claro que a sua história não acaba na época da Batalha. Parece que quando fez 40 anos se casou com um lavrador rico que a admirava muito e chegou a ter filhos.


trabalho realizado por:

Tânia Loureiro

e Mariana Souza