quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

As Minhas Leituras...

Obra: Princesa Poppy, Férias com Fantasmas.
Autora: Janey Louise Jones

Resumo da história:
Era uma vez uma menina chamada Poppy que vivia com os familiares na Colina do Pote de Mel.
A Mel era a melhor amiga da Poppy e morava perto dela com os seus avôs. Os Pais da Mel estavam em França, pois eles eram artistas de cinema muito famosos.
Os pais da Mel convidaram as duas amigas, a Dedal de Açafrão e o seu marido David para irem passar férias ao castelo Chateau de Lafayette que fica em França.
Já estavam de partida e a viagem passou muito depressa. Quando chegaram ao aeroporto de França, a Dedal e o David foram para um desfile de moda e as meninas para o castelo com o motorista do castelo.
No castelo, os pais da Mel esperavam-nas com o delicioso lanche. As meninas, durante essa semana de férias, divertiram-se imenso, brincando e descobrindo quem era o fantasma do castelo, pois todos os dias aconteciam coisas estranhas e assombrosas.
No último dia de férias fizeram uma festa para a avó da Mel, que fazia anos e a chegada da Dedal e do David.
Nessa tarde, as meninas descobriram quem assombrava o castelo, a Charlotte de Lafayete, que era neta da família de auxiliares do castelo que nunca contaram a ninguém que a sua família era a herdeira do mesmo. A menina estava escondida no quarto da torre e gostava de assustar os hóspedes.
Nesse instante tudo foi revelado e os pais da Mel fizeram um filme sobre as suas férias.

A MINHA OPINIÃO:
É uma história interessante, fantasmagórica, onde entram três jovens meninas corajosas.

Mafalda Pinto, Nº: 19

As Minhas Leituras...

TÍTULO DA OBRA: A fada Oriana
AUTOR: Sophia de Mello Breyner Andresen

RESUMO:
Oriana era uma fada que tinha o dever de cuidar da floresta, dos animais, das plantas e das pessoas pobres.
A fada Oriana dormia debaixo de uma árvore, e todos os dias acompanhava a velha ate à cidade, cuidava dos filhos do lenhador, e ia a casa dos pobres arrumá-la, à noite também ia conversar com o poeta.
Um dia ela foi ao rio e encontrou um peixe fora da água que lhe disse que se ela o ajudasse ele fazia tudo o que ela quisesse.
Todos os dias, o peixe dizia-lhe que ela era linda, amorosa e não parava de a gabar. Com tantos elogios, a fada Oriana esqueceu-se da sua promessa e um dia a rainha das fadas apareceu e tirou-lhe a varinha de condão e as suas asas, sem isso ela não podia ajudar a floresta.
A fada Oriana partiu em busca dos seus amigos que tinha abandonado, e alguns partiram para a cidade.
Na cidade e na floresta, Oriana encontrou os seus amigos mas eles não a conheceram como fada e pediram provas. Oriana conseguiu encontrar o filho do moleiro, tirou o lenhador da prisão e salvou a velha de cair num abismo, pondo a sua vida em risco, mas isso não aconteceu, pois, de repente, nasceram-lhe umas asas e na sua mão apareceu uma varinha de condão.

A MINHA OPINIÃO:
Gostei de ler o livro porque conta a história de uma fada boa que, com os falsos elogios do peixe, abandonou as suas obrigações e os seus protegidos.
Nem todos os elogios são bons, pois podem fazer-nos esquecer das coisas mais importantes.

Trabalho elaborado por: Mafalda Ramos Pinto

As Minhas Leituras...



TÍTULO DA OBRA: Lote 12, 2º frente
AUTOR: Alice Vieira
RESUMO:
Era uma vez uma menina chamada Mariana. Ela tinha doze anos e tinha uma irmã mais nova chamada Rosa.
As duas irmãs moravam com o pai, a mãe e a avô. Eles também tinham um animal de estimação, o Zarolho, o peixe. Todos moravam numa casa alugada há uns longos anos, moravam perto da rua principal e perto das amigas da Mariana.
Um certo dia o senhorio teve de aumentar o preço anual da casa e eles não podiam continuar a pagar tanto, então fizeram as malas e foram morar para outro sítio.
A Mariana estava completamente triste e lamentava-se pelos cantos a ver se conseguia que os pais mudassem de ideias. Mas isso não aconteceu. Ela teria de ficar longe das colegas, ir viver para o “ Lote 12, 2ºfrente”, o que a fazia espantar, o nome da rua.
O primeiro dia de mudanças não foi nada bom. Para começar, a mãe perdeu as chaves da porta e toda a gente ficou inquieta, quando entraram, a Rosa fez birras porque a empregada estava a limpar o tecto com a Zica, um farrapo da Rosa. A Mariana andava de um lado para o outro a ver a sua casa nova, que não tinha nome de jeito, não cheirava a avô falecida nem a casa de gente. Até que, por tanto andar de um lado para o outro, deixou cair o aquário do Zarolho.
Após uns dias de arrumação tudo se compôs e, então, as aulas começaram.
No primeiro dia de aulas a Mariana estava confusa, pois não conhecia ninguém, só ouvia uma mãe a falar do seu filho Jorge.
Todos se começaram a habituar à nova casa, escola, emprego…
Todos viveram felizes e conheciam pessoas novas todos os dias, de vez em quando as antigas amigas da Mariana iam visitá-la.
A única pessoa que não era feliz e acabou por falecer foi a tia da Mariana. Quase ninguém ficou preocupado, na verdade, o Natal e as prendas estavam a chegar.

A MINHA OPINIÃO: Gostei de ler este livro porque as personagens ensinaram-me a ser uma pessoa melhor e encarar os problemas, vencendo as dificuldades que vão surgindo ao longo da vida.
Mafalda Pinto nº19

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

AS MINHAS LEITURAS

TÍTULO DA OBRA: O rapaz de bronze.
AUTOR: Sophia de Mello Breyner Andresen.

RESUMO:
Entre o roseiral e o parque, num lugar sombrio, havia um pequeno jardim rodeado de árvores altíssimas que o cobriam com os seus ramos. No meio desse jardim havia um lago redondo sempre cheio de folhas. No centro do lago havia uma ilha muito pequena, feita de pedregulhos, onde estava uma estátua que era um rapaz feito de bronze.
Durante o dia o rapaz de bronze não podia mexer-se e tinha de estar muito quieto, porque era uma estátua. Mas durante a noite ele falava, mexia, caminhava, dançava. Era ele que mandava nos jardins, no parque, no pinhal…E todas as árvores, todos os animais e todas as plantas lhe obedeciam porque ele era o senhor e o rei da noite.
Numa noite, o rapaz de bronze perguntou ao gladíolo o que andava a fazer naquele lugar tão sombrio. O gladíolo queria fazer uma festa de flores tal como as festas dos humanos mas o rapaz de bronze não autorizou.
Ao ver o gladíolo tão infeliz, teve pena dele e autorizou-o a realizar a festa.
A festa ia ser numa noite de lua cheia.
O gladíolo foi correndo pelas ruas, a meio do caminho encontrou o vento, o vento levou-o pelo ar até a porta, empurrou a porta e o gladíolo entrou na estufa voando.
A begónia, a orquídea e o gladíolo começaram a discutir todos os detalhes da festa…
E se quiserem saber como acaba esta história, devem ler este livro.

A MINHA OPINIÃO:
Gostei de ler o livro porque tem muita criatividade e conta-nos que os outros seres vivos também têm direito a vida.

TRABALHO ELABORADO POR:
Diana Beatriz Faria Rocha Nº7

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O SIGNIFICADO DO NATAL


O Natal surge como o aniversário do nascimento de Jesus Cristo, Filho de Deus, sendo actualmente uma das festas católicas mais importantes em todo mundo.
Inicialmente, a Igreja Católica não comemorava o Natal. Foi em meados do século IV d.C. que se começou a festejar o nascimento do Menino Jesus, tendo o Papa Júlio I fixado a data no dia 25 de Dezembro, já que se desconhece a verdadeira data do Seu nascimento.
Uma das explicações para a escolha do dia 25 de Dezembro como sendo o dia de Natal prende-se com o facto de esta data coincidir com a Saturnais dos romanos e com as festas germânicas e célticas do Solstício de Inverno, sendo todas estas festividades pagãs, a Igreja viu aqui uma oportunidade de cristianizar a data, colocando em segundo plano a sua conotação pagã. Algumas zonas optaram por festejar o acontecimento em 6 de Janeiro, contudo, gradualmente esta data foi sendo associada à chegada dos Reis Magos e não ao nascimento de Jesus Cristo.

O Natal é, assim, dedicado pelos cristãos a Cristo, que é o verdadeiro Sol de Justiça (Mateus 17,2; Apocalipse 1,16), e transformou-se numa das festividades centrais da Igreja, equiparada desde cedo à Páscoa.
Apesar de ser uma festa cristã, o Natal, com o passar do tempo, converteu-se numa festa familiar com tradições pagãs, em parte germânicas e em parte romanas.

Sob influência franciscana, espalhou-se, a partir de 1233, o costume de, em toda a cristandade, se construírem presépios, já que estes reconstituíam a cena do nascimento de Jesus.
As árvores de Natal surgem no século XVI, sendo enfeitada com luzes símbolo de Cristo, Luz do Mundo. Uma outra tradição de Natal é a trocas de presentes, que são dados pelo Pai Natal ou pelo Menino Jesus, dependendo da tradição de cada país.
Apesar de todas estas tradições serem importantes (o Natal já nem pareceria Natal se não as cumpríssemos), a verdade é que não nos podemos esquecer que o verdadeiro significado de Natal prende-se com o nascimento de Cristo, que veio ao Mundo com um único propósito: o de justificar os nossos pecados através da sua própria morte. Nesses tempos, sempre que alguém pecava e desejava obter o perdão divino, oferecia um cordeiro em forma de sacrifício. Então, Deus enviou Jesus Cristo que, como um cordeiro sem pecados, veio ao mundo para limpar os pecados de toda a Humanidade através da Sua morte, para que um dia possamos alcançar a vida eterna, por intermédio Dele, Cristo, Filho de Deus.

Assim, não se esqueçam que o Natal não se resume a bonitas decorações e a presentes, pois a sua essência é o festejo do nascimento Daquele que deu a Sua vida por nós, Jesus Cristo.

Fonte: http://natalnatal.no.sapo.pt/pag_simbolos/significado_natal.htm
Elaborado por Rui Gonçalo, nº23

Esta pequena foca e muitas outras mais estão a lidar com a coisa mais terrível de todo o sempre. Os humanos cada vez matam/asfixiam mais focas bebés pela sua pele e carne. Chegam a matar centenas de focas por dia sem dó nem piedade.

Matança das focas!!!..

Há já 25 anos que não se via uma caçada assim. Na Terra Nova, no Canadá, começou na segunda-feira a perseguição a 350 mil focas da Gronelândia. Prevista para durar 36 horas, a matança envolve 2500 caçadores e 250 arrastões.

O controlo populacional destes animais e o comércio da sua pele justificam a acção, que é alvo de uma campanha condenatória por parte de associações internacionais dos direitos dos animais. O Governo canadiano autorizou a morte de 975 mil exemplares num período de três anos. Estes números significam que, só este ano, houve um aumento de 100 mil focas em relação aos últimos anos. A população total de focas da Gronelândia é calculada em 5,2 milhões e tem vindo a triplicar desde os anos 70. Simultaneamente, a procura de peles de foca e outros derivados tem também aumentado nos países da Europa de Leste e na China. Em 2003, a venda destes produtos rendeu ao país cerca de 9,3 milhões de euros. Mas Otava defende a caçada, sobretudo, por motivos ambientais.

A maioria dos canadianos aprova esta caçada, desde que seja feita de forma sustentada e humana.

Fonte: Google - Focas de Gronelândia

Trabalho elaborado por:

Bruna Adriana Meireles nº3

Diana Filipa Fernandes nº8

CASTELOS DE PORTUGAL - CASTELO DE S. JORGE

Primitivamente conhecido simplesmente como o castelo dos Mouros, ergue-se em posição dominante sobre a mais alta colina do centro histórico, proporcionando aos visitantes uma das mais belas visitas sobre a cidade e o estuário do rio Tejo.



Características:
O castelo defende a antiga cidade islâmica, o Alcazar, abrindo-se nos seus muros com ameias doze portões, sete dos quais para o lado da freguesia de Santa Cruz de Castelo.
Para o exterior, um pano de muralha do acesso a uma torre barbacã, dezoito torres dão sustenção e reforços aos muros.
Pelo portão Sul, através da Rua da Santa Cruz do Castelo, acede-se à Praça das Armas.

O Castelo de São Jorge, declarado Monumento Nacional desde 1910, reflecte valores de memória antiguidade que atestam a sua singular relevância histórica, arqueológica e arquitectónica, no contexto do património cultural nacional.
Os vestígios mais antigos de ocupação do local remontam ao séc.VI I AC, à idade do ferro, época em que provavelmente aí se situava um povoado fortificado. Desde então, foi adquirindo formas e vivências diversas, apagadas pelo tempo, mas testemunhadas pelos vestígios múltiplos que os trabalhos arqueológicos a decorrer desde 1996, têm vindo a pôr a descoberto.


Trabalho realizado por:
Diana Beatriz nº7
Rita Moreira nº22