terça-feira, 26 de maio de 2009

MÃE

Ensinaste–me a crescer
A andar e a correr.
É por isso que te digo,
És a melhor mãe que se pode ter.

És amiga e cuidadosa
Que tudo nos ensina .
Com amor e sabedoria
Prepara-nos para a vida.

És bela como uma flor
que se tem no jardim ,
não sei se és uma rosa
ou um jasmim .



Trabalho elaborado por :

Ana Lia Pinto Castro nº 1-5ºC
Bruna Adriana Meireles nº3-5ºc

terça-feira, 5 de maio de 2009

terça-feira, 21 de abril de 2009

A Revolução dos Cravos

A Revolução dos Cravos é o nome dado ao golpe de estado militar que derrubou, num só dia, sem grande resistência das forças leais ao governo - que cederam perante a revolta das forças armadas - o regime político que vigorava em Portugal desde 1926. O levantamento, também conhecido pelos portugueses como 25 de Abril, foi conduzido em 1974 pelos oficiais intermédios da hierarquia militar, na sua maior parte capitães que tinham participado na Guerra Colonial. Considera-se, em termos gerais, que esta revolução trouxe a liberdade ao povo português (denominando-se "Dia da Liberdade" o feriado instituído em Portugal para comemorar a revolução).

Antecedente
Na sequência do golpe militar de 28 de Maio de 1926, foi implementado em Portugal um regime autoritário de inspiração fascista. Com a Constituição de 1933 o regime é remodelado, auto-denominando-se Estado Novo e Oliveira Salazar passou a controlar o país, não mais abandonando o poder até 1968, quando este lhe foi retirado por incapacidade, na sequência de uma queda em que sofreu lesões cerebrais. Foi substituído por Marcelo Caetano que dirigiu o país até ser deposto no 25 de Abril de 1974.
Sob o governo do Estado Novo, Portugal foi sempre considerado uma ditadura, quer pela oposição, quer pelos observadores estrangeiros quer mesmo pelos próprios dirigentes do regime. Formalmente, existiam eleições, mas estas foram sempre contestadas pela oposição, que sempre acusaram o governo de fraude eleitoral e de desrespeito pelo dever de imparcialidade.
O Estado Novo possuía uma polícia política, a PIDE Polícia Internacional de Defesa do Estado que andava à procura de algumas pessoas que diziam mal do governo.
Uma evolução da antiga PVDE (Polícia de Vigilância e Defesa do Estado), mais tarde DGS (Direcção-Geral de Segurança), que perseguiria os opositores do regime.
De acordo com a visão da história dos ideólogos do regime, o país manteve uma política que considerava a manutenção das colónias numa altura em que alguns países europeus iniciavam os seus processos de alienação progressiva das suas colónias. Apesar da contestação nos fóruns mundiais, como na ONU, Portugal manteve uma política de força, tendo sido obrigado, a partir do início dos anos 60, a defender militarmente as colónias contra os grupos independentistas em Angola, Guiné e Moçambique.

Trabalho realizado por Filipa e José
Número 12 e 16 Data:14 de Abril

terça-feira, 14 de abril de 2009

Dia Mundial da Árvore

O dia Mundial da Árvore, também tratado por dia Mundial da Floresta, comemora-se no dia 21 de Março.
Esta comemoração é importante para as pessoas perceberem que as árvores são essenciais para a nossa vida, pois produzem oxigénio, dão papel, madeira e os passarinhos podem construir os seus ninhos na sua frondosa copa.
Este dia teve lugar pela primeira vez no Estado Norte-Americano no ano 1872. John Stirling conseguiu com que todos os países começassem a comemorar este dia muito importante.
Portugal também começou a comemorar esse dia e a primeira vez foi no dia 9 de Março de 1913. Hoje em dia comemora-se no dia em que começa a Primavera, dia 21 de Março.
Nas escolas, costuma-se plantar árvores neste dia e sensibilizar os jovens para a necessidade de preservação da floresta, que é um bem comum de toda a humanidade.

Para preservares a floresta não podes:
- atirar cigarros para o chão;
- poluir a floresta;
- evitar fazer fogueiras, mas se quiseres fazer, rodeia-a com pedras para ela não passar para a outra parte;
- cortar árvores.

Para preservar a floresta devemos:
- limpar a floresta;
- plantar árvores;
- cuidar dos ninhos de passarinhos.



Trabalho elaborado por: Mafalda e Fábio

quinta-feira, 26 de março de 2009

Rainhas Famosas




D. Filipa de Lencastre




D. Filipa de Lencastre foi uma rainha generosa e amada pelo povo. Os seus filhos que chegaram à idade adulta seriam lembrados como a ínclita geração, de príncipes cultos e respeitados em toda a Europa.
Filipa morreu de peste negra nos arredores de Lisboa, poucos dias antes da partida para a expedição a Ceuta; segundo uns, terá sido no convento de Odivelas; segundo outros, no convento de Sacavém. Está sepultada na Capela do Fundador do Mosteiro de Santa Maria da Vitória, na Batalha, ao lado do seu esposo.
D. Filipa de Lencastre nasceu em Inglaterra no ano de 1360, era filha dos duques de Lencastre, neta de Eduardo III de Inglaterra e irmã de Henrique IV. Viveu a infância numa propriedade rural da família, tendo sido educada com os irmãos mais novos. Seria, aliás, a filha dilecta do pai. A 2 de Fevereiro de 1387, casou-se com D. João I, durante uma cerimónia que se realizou no Porto. Entre 1387 e 1402, teve oito filhos - a ínclita geração. Ignora-se, contudo, qual a amplitude do papel e da influência que terá tido na educação dos filhos. Promoveu o estreitamento das relações Portugal-Inglaterra e, na corte, manteve uma série de súbditos ingleses ao seu serviço.
A Escola Secundária D. Filipa de Lencastre, em Lisboa, foi baptizada em sua honra.
Trabalho realizado por:
Susana nº 24
Vitor Hugo nº27

quinta-feira, 19 de março de 2009

As Mulheres da História

D.Filipa de Vilhena
Filipa de Vilhena morreu em Lisboa, a 1 de Abril de 1651. Era filha e herdeira de D. Jerónimo Coutinho. Filipa casou com o 5º Conde de Ataíde que morreu antes 1640.
Já viúva, teve conhecimento de todos os preparativos da revolução da restauração da independência, e aconselhou os seus filhos a aderir.
Na madrugada de 1 de Dezembro de 1640, por ser viúva, armou ela própria os seus filhos cavaleiros, e mandou-os combater pela pátria, dizendo-lhes que não voltassem senão honrados com os louros da vitória. O seu primogénito, veio a ser nomeado, mais tarde, Vice-rei do Brasil.
D. Filipa foi chamada ao paço pela rainha D. Luísa de Gusmão, recebeu o cargo de camareira-mor e de aia do príncipe D. Afonso, futuro D Afonso VI.


Fonte: Wikipédia, a enciclopédia livre
Trabalho elaborado por Diogo Romano nº9

Rainhas de Portugal



D. Mafalda, Primeira de Portugal


D. Mafalda filha de Amadeu III e de sua esposa D. Mafalda de Albon era também conhecida por Matilde, e foi a primeira rainha de Portugal.
Nasceu em 1125 e faleceu a 4 de Novembro de 1157.
D. Mafalda casou em 1145 com D. Afonso Henriques e teve 7 filhos. Foi sepultada no Mosteiro de Santa Cruz em Coimbra junto do marido.
As rainhas de Portugal desde cedo contaram com os rendimentos de bens adquiridos, na sua grade maioria por doação.
No testamento, D. Mafalda reservou determinados direitos de portagem á manutenção de uma albergaria, que fundara em Canaveses.
O facto induz que a terra em questão lhe pertencia, embora continuem a subsistir dúvidas sobre se as referencias a D. Mafalda se reportam á rainha com sorte de D. Afonso Henriques ou á sua neta, filha de D. Sancho primeiro de Portugal.
Trabalho realizado por: Diana e Juliana