quarta-feira, 19 de maio de 2010

Leão Branco

O leão branco constitui uma rara mutação de cor do leão sul-africano devida a uma particularidade genética chamada leucismo. Contudo, não constitui uma subespécie. Distingue-se dos outros apenas pela sua pelagem muito clara, quase branca, causada por anomalias em seus genes. Os seus olhos são dourados ou azuis, mas esta característica, ao contrário do albinismo, não confere maior sensibilidade ao sol. No entanto, constitui uma desvantagem, pois reduz a sua capacidade de se camuflar na caça às suas presas. Estes leões nunca foram muito vulgares na natureza. O gene que confere esta característica é o recessivo, e apenas se revela quando são cruzados indivíduos portadores do gene mutante. Este cruzamento é feito propositadamente em zoológicos e por essa razão é nestes onde existe o maior número de indivíduos. Apareciam também na reserva de Timbavati e no parque Kruger, na África do Sul, mas desde 1993 que não são avistados, estando praticamente extintos da natureza. Existem também leões brancos por albinismo, esses possuem os olhos vermelhos e apresentam grande sensibilidade ao sol. São raros e ameaçados de extinção.

Fonte: wikipedia

Trabalho realizado por:
Bruna nº3 6ºc
Diana Filipa nº8 6ºC

koalas

Os koalas são uns dos animais mais procurados e que despertam mais curiosidade nas pessoas.
O Koala é um animal sossegado e a sua popularidade vem do seu comportamento e da sua característica física.
Habitam nos terrenos australianos e podem ser encontrados em maior número no Nordeste e no Sudeste do país.
Os koalas são distribuídos através da quantidade de eucalipto existente no território.
Podem ser muito lentos mas sobem as copas das árvores onde apanham folhas mais tenras, de forma a facilitar o processo digestivo.
Dada a pobreza da sua alimentação, os koalas precisam de dormir mais tempo e bebem água só quando estão doentes ou quando o calor é excessivo.

Trabalho realizado por:
Cátia nº6 6c
Mariana nº11 6c

Fonte de pesquisa: Bicharada

Vulcões

Vulcão é uma estrutura geológica criada quando o magma, gases e partículas quentes (como cinzas) escapam para a superfície terrestre. Eles ejectam altas quantidades de poeira, gases e aerossóis na atmosfera, podendo causar resfriamento climático temporário. São frequentemente considerados causadores de poluição natural.
A erupção de um vulcão pode resultar num grave desastre natural, por vezes de consequências planetárias. Assim como outros desastres dessa natureza, as erupções são imprevisíveis e causam danos indiscriminados. No entanto, existem excepções quando os vulcões ocorrem em zonas chamadas de hot spots (pontos quentes). Por outro lado, os arredores de vulcões, formados de lava arrefecida, tendem a ser compostos de solos bastante férteis para a agricultura.

Constituição de um Vulcão

Magma - é um material rochoso fundido, rico em gases, que se encontra armazenado na câmara magmática.
Lava - é uma matéria rochosa em estado de fusão resultante do magma empobrecido em gases.
Câmara magmática - reservatório de magma, situado em profundidade.
Chaminé - abertura tubular no interior do vulcão que termina à superfície.
Cratera - depressão afunilada na superfície onde termina a chaminé.
Cone vulcânico - relevo em forma cónica, resultante da acumulação de lava e produtos sólidos à volta da cratera.



Fontes :
Wikipedia
http://domingos.home.sapo.pt/vulcoes_1.html

Trabalho realizado por: Susana n24

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Poecilia Reticulata


O peixe Poecilia Reticulata, também conhecido por Guppy, é um peixe muito raro. O seu nome cientifico é Poecilia Reticulata ( Wilhelm C. H. Peters – 1859).
A Poecilia Reticulata é mais avistada no Norte da América do Sul e América Central. A Poecilia dá-se em águas de temperaturas quentes, entre os 25º e 30º graus.
As cores das escamas do macho são muito variadas. A barbatana caudal costuma ser do mesmo tamanho do corpo. A sua barbatana costuma medir cerca de 3 centímetros.
A fêmea, tal como o macho, é revestida de cores alegres e variadas. As suas barbatanas podem chegar a medir 5,6 centímetros. As fêmeas são ligeiramente maiores do que os machos.
Estes peixes desconhecidos são omnívoros. Eles alimentam-se de larvas de mosquito, micro vermes e minhocas de jardim…
A Poecilia Reticulata é, realmente, um peixe encantador.


Trabalho realizado por:
Gonçalo Praça Nº 14
Mafalda Pinto Nº 19

As minhas leituras...


Título da obra: O Feiticeiro de Oz
Autor: L.Frank Baum
Resumo:
Dorothy, que vive no Kansas, é arrebatada por um ciclone que a transporta para um país mágico e encantado.
Lá, ela conhece o Espantalho, o Lenhador de Lata e o Leão Cobarde, cada um deles possuindo um desejo. O desejo do Espantalho é ter miolos, o do Lenhador de Lata é ter um coração e o do Leão Cobarde é ter coragem.
Por esse motivo, todos eles, incluindo Dorothy, queriam voltar para o Kansas. Dirigem – se, então, para a Cidade das Esmeraldas, onde vive o poderoso feiticeiro de Oz.
Quando lá chegaram, viram o Oz de diferentes formas e muito estranhas. Mais tarde descobriram que o Oz não passava de um vulgar homem, deixado ali por um balão.
Como o Oz não podia concretizar os seus desejos, eles ficaram muito tristes, mas ele teve uma ideia, pôs agulhas e alfinetes na cabeça do Espantalho, a fazer de miolos, colocou um coração de seda no Lenhador e deu um líquido para beber ao Leão.
Como não consegui mandar Dorothy para o Kansas, esta dirigiu-se para uma boa feiticeira que a aconselhou a voltar a casa através dos sapatos de prata da bruxa, pois esses possuíam muitos poderes. Ela ficou muito contente e finalmente voltou para casa.

A minha opinião:
Gostei de ler este livro porque é uma história fascinante, que faz reviver todos os temores e fantasias do mundo de sonhos das crianças.


Trabalho elaborado por:
Júlia Benkalovich 6ºC nº28

As minhas leituras

Título da obra: “A história de um botão”
Autor: Maria João Carvalho

Resumo:
Era uma vez um botão que vivia no meio de muitos botões e todos estavam à espera de serem utilizados.
Mas aquele botão era diferente, era especial, tinha vontade de conhecer o mundo.
Certo dia, viu-se uma luz a entrar pala caixa e em seguida viu-se um anão.
Todos se esticavam para serem levados e o botão também se esticou. O botão foi escolhido e ficou muito contente.
Ele foi colocado num casaco onde ficava muito bem.
O botão sentia-se livre. Um dia descoseu e caiu no chão triste, sem saber o que fazer.
Sofreu muito, pois era levado aos pontapés. Muitas vezes era pisado. Certa altura uma menina muito bonita, loira, de vestido azul com um grande bolso no peito, pegou no botão e guardo-o no seu grande bolso.
Finalmente o botão estava feliz porque tinha a certeza que não lhe ia acontecer nada de mal.
Passado algum tempo o botão chegou a um sítio esquisito mas lindo, cheio de cabanas, carrinhas, pessoas engraçadas e uma cabana muito gira. O botão esteva numa cabana de espectáculos de marionetas e reparou que tinha lá uma marioneta igual a menina.
A menina colocou o botão na sua marioneta e ele fez muitos espectáculos pelo mundo fora.

Na minha opinião: Gostei do livro porque é um livro que fala de um botão que nos mostra que devemos dar valor a tudo.

Diogo 6ºc nº9
Juliana 6ºc nº18

quarta-feira, 21 de abril de 2010

AS MINHAS LEITURAS...

Título da obra : O burro Eleutério e o lobo selvagem
Autor :Pedro Bessa
Enumero as personagens da historia: As personagens da historia são: o burro eleutério, a amiga laurinda, e os animais da quinta.
Gostei de ler este livro porque fala de um velho burro que depois de tantos trabalhos pesados , sonhou ser livre para viver nas montanhas e correr o mundo. Mas um dia a loucura dos homens procurou juntar o burro e o com o lobo, para ser alimento desde, mas o lobo acaba por não o comer .

Resumo:
“O Burro eleutério e o Lobo selvagem”

Eleutério era um velho burro, farto das canseiras dos trabalhos desde que tinham nascido.
Vivia numa aldeia junto à montanha e, sempre que olhava para lá suspirava, pois o seu sonho era descobrir novos mundos.
O burro Eleutério vivia na quinta com outros animais, onde todos eram amigos, apesar de haver alguns que discutiam, mas não deixavam de gostar uns dos outros, como era o caso do burro Eleutério e a galinha Laurinda.
No dia que ela virou cabidela, o burro chorou um mês inteiro e pensou que nunca mais iria conhecer as montanhas.
Do alto da montanha, todos os dias, vinham uivos do lobo, que punham todos os animais em alvoroço, assim como os humanos, excepto o burro Eleutério que cada vez mais velho e cansado, já nada o aborrecia.
Certo dia os homens foram à caça e capturaram um lobo e chegaram à aldeia carregando-o numa jaula.
Todos os homens se reuniram e decidiram que iram construir um zoo, pois já havia um lobo e depois viriam outros.
O cão Anacleto correu a dar a notícia aos animais da quinta, que os deixou muito espantados, mas como o burro nada espantava, que estava a ficar cada vez mais velho e surdo.
De manhã, quando avistaram o lobo na jaula, todos ficaram admirados com o triste lobo, que já estava assustado.
Os dias foram passando até que voltou a agitação aos animais da quinta, com a notícia triste que o cão de guarda do Anacleto lhes tinha dado, dizendo que o burro Eleutério ia ser entregue ao lobo. Todos os animais ficaram tristes e preocupados com o seu velho amigo, que ao ouvir ficou abalado, mas tinha chegado a sua hora.
De noite, Eleutério entrou na jaula e fitou o lobo esperando que este o atacasse. Desafiou-o, mas ele permanecia sempre na mesma, até que as lágrimas vieram aos olhos do burro, pois lembrou-se da sua amiga Laurinda que já tinha falecido.
O lobo ficou com pena do burro e quis saber o que ele estava a pensar.
Com toda esta conversa, o lobo perdeu a fome e então deitaram-se os dois e adormeceram juntinhos, o que deixou todos os animais da quinta espantados, até os homens e o resto dos habitantes da aldeia.
O burro ficou a saber tudo e assim os seus sonhos passaram à realidade. Os dois foram notícia de jornal em todo o mundo. Ao fim de algumas semanas, graças aos esforços de muitos humanos, o velho burro Eleutério foi solto e foi para junto dos seus amigos, que passaram os dias a contar como eram os rios, as flores de lá das montanhas.
O lobo foi para a montanha levando consigo as lições do seu amigo. A partir desse dia, os uivos do lobo começaram-se a ouvir com prazer pelos animais da quinta.

Trabalho eleborado por:
Tiago Pinto
Marco Sousa